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Brasil é um dos países que mais diagnosticaram tuberculose no mundo

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Vitalidade
  • 2024-03-25
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

País realizou 83% de detecções da doença;
Pelo SUS, brasileiros têm acesso à exame que agiliza o diagnóstico da doença em até 10 dias

A tuberculose é a segunda principal causa de morte por doença infecciosa em todo o mundo, superando o HIV e a AIDS, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O Brasil está entre os 13 países que conseguiram recuperar a detecção de pessoas com tuberculose após a pandemia de COVID-19, o que é fundamental para agilizar o tratamento dos pacientes.

A OMS estima que 105 mil brasileiros¹ contraíram a doença em 2022, sendo que 87.344 foram diagnosticados e tratados, representando 83% de detecções – percentual 9,5% maior do que no ano de 2021, quando o país alcançou o índice de 75,8%¹. A pesquisadora e diretora técnica do Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, Érica Chimara, destaca que a tuberculose é uma doença contagiosa, mas prevenível e com altas taxas de cura. Contudo, a médica ressalta que é necessário diagnóstico e conclusão do tratamento.

“A transmissão da tuberculose acontece por via respiratória e pelo contato com secreções eliminadas por tosse, fala ou espirro de uma pessoa com a doença ativa. Com o início do tratamento, o contágio tende a diminuir gradativamente, e em geral, após 15 dias, o risco é bastante reduzido. Cerca de 85% das pessoas que desenvolvem a doença são tratadas com sucesso em até seis meses. É importante salientar a necessidade de seguir as orientações médicas e não abandonar os medicamentos, pois a interrupção destes traz complicações que podem levar o paciente a óbito”, destaca a médica.

A doença não é transmissível por objetos compartilhados. Os bacilos que ficam depositados em roupas, lençóis, copos e talheres dificilmente se dispersam em aerossóis e, por isso, não têm papel importante na transmissão da doença.

Acesso ao diagnóstico pelo SUS

Desde 2022, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste em cultura líquida automatizada para detecção de micobactérias e o teste de sensibilidade aos antimicrobianos utilizados no tratamento da tuberculose, adotados pelos Laboratórios Centrais (Lacens) do país, que possibilita o diagnóstico da tuberculose em até 10 dias. Anteriormente, os resultados de exames saiam em até 40 dias.

“O sistema automatizado de cultura líquida reduz o tempo de detecção das micobactérias com boa taxa de recuperação em relação ao meio de cultura sólido, além de permitir a realização do teste de sensibilidade a antibióticos para Mycobacterium tuberculosis”, destaca Érica Chimara. “Essa metodologia de exame pode contribuir para o aumento da cobertura da realização dos testes em todo o país, de forma padronizada, constituindo uma estratégia importante para o diagnóstico oportuno e controle da tuberculose em âmbito nacional”, finaliza a médica.

Entre os testes para diagnóstico da tuberculose, a cultura em meio sólido ou cultura em meio líquido é o padrão-ouro, sendo que a cultura líquida realizada nos instrumentos BD BACTEC™, MGIT™, por ser automatizada, possui uma proporção de detecção 17% mais alta que a cultura sólida³.

Fatores de risco para a tuberculose

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa e causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis (também conhecida como bacilo de Koch). Em casos mais raros, a doença também pode ser transmissível por outras micobactérias, como a Mycobacterium bovis, M. africanum e M. microti. A doença prejudica principalmente os pulmões, além de possivelmente atingir outros órgãos do corpo como rins, meninges e ossos. Muitos dos novos casos de tuberculose são atribuídos a cinco fatores de risco: desnutrição, infecção pelo HIV, transtornos por uso de álcool, tabagismo e diabetes. A vacina BCG, ministrada na infância, é indicada para prevenir as formas graves da doença.

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