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Projeto AFROZIL reúne artistas do Senegal, Gâmbia e Brasil e lança o single de estreia ‘Never Give Up’

  • Destaque 2, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2024-05-27
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Cena do clipe de “NEVER GIVE UP”

Unindo artistas do Senegal, da Gâmbia e do Brasil, pós-produzida em Portugal, a faixa protesta contra a violência histórica vivida pela comunidade negra e indígena

AFROZIL é um projeto do produtor musical Renato Parmi gravado entre Senegal, Gâmbia e Brasil e traz diversos artistas de destaque desses países. O resultado é um álbum de 10 faixas, com lançamento previsto para agosto. No dia 24 de maio, ele apresenta o single de estreia, “NEVER GIVE UP”, um AFRODRILL com o produtor e rapper senegalês Anas Juulo; com o artista da Gâmbia que mistura rap e reggae Lion King, The Builder; com o modelo, rapper, ator e compositor brasileiro Malcolm VL; e com a nova promessa do rap nacional Tonyyymon. 

“Não sei se alguém já usou essa definição de AFRODRILL, porém essa música que, tem a base DRILL (que é uma vertente do RAP), ganhou adições de percussões africanas e brasileiras, com um feeling da música baiana com cowbell, blocos e bacurinhas”, explica Parmi.

A canção fala sobre o poder do trabalho como forma de conquista e transformação, e protesta contra as violências históricas vividas por pretos e indígenas.

“‘NEVER GIVE UP’ traz uma mensagem motivacional para que o público acredite na força do trabalho e na motivação que vem das ruas, na força que vem dos ancestrais. Para alguns, a motivação era a fome, como diz Malcolm VL”, esclarece Parmi. “Cabeça erguida, não andar com falsos ou fracos, e a mensagem ainda fala sobre seguir em frente e cita povos indígenas que continua lutando por seus direitos. É uma música forte sobre lutas e conquistas. A música termina com o coro dizendo ‘NEVER GIVE UP na vida, em todo o mundo’.”

A música nasceu no estúdio da Autentic Music Production, em Serekunda, na Gâmbia. Depois de ter captado as vozes e retornar ao Brasil, o produtor finalizou a faixa, adicionando novas partes e elementos, bem como as participações dos artistas brasileiros. “O tempo das coisas foi um pouco diferente do que eu estava acostumado a trabalhar, então tive que ter muita paciência para poder juntar todas as peças. A cada etapa, ia conhecendo os artistas e, a partir daí, sabia qual seria o próximo passo”.

O clipe também foi gravado à distância, com cada artista em sua terra natal. O foco é mostrar as diferentes regiões e realidades como as cidades, florestas, chão de terra, oficinas com máquinas e guindaste. “Foi gravado em vários dias e locais diferentes, com a colaboração de vários diretores e filmmakers, como Serekunda, na Gâmbia; Dakar, no Senegal; Centro de São Paulo e numa comunidade indigena do litoral Paulista. Tentamos usar sempre a mesma câmera com a mesma configuração, o que nem sempre foi possível, mas os profissionais envolvidos acreditaram no projeto e colocaram 100 % de dedicação e amor para que isso pudesse ser feito. Fiz uma direção remota de tudo e, no final, juntei todas as partes com o Premier King, que fez a edição final e que já é um profissional que trabalhei algumas vezes e que conheço bem”.

A comunicação e acesso aos artistas da Gâmbia foi sempre muito demorado e, às vezes, Renato Parmi teve que esperar meses para uma simples ligação ou contato. A pós-produção aconteceu em Portugal, onde Parmi está baseado, e o projeto AFROZIL demorou dois anos para ser concluído.

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