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Livro defende a transgressão sagrada, a marginalidade da poesia cristã

  • Literatura, Palavras, Sub-Editoria Palavras
  • 2024-03-14
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

A Marginalidade Na Poesia De Mateus Ma’ch’adö – Uma Transgressão Literária Reveladora

Mateus Ma’ch’adö está longe de ser um iniciante. Entretanto, com toda a certeza, é um iniciado à larga e à excelência. Seu recente livro é fidelíssimo testemunho disto, e o é em forma e conteúdo – Assim começa a extensa e intensa análise crítica do escritor, poeta, filosofo e Mestre em Educação, Léo Mitarraquis, sobre o mais recente livro do poeta ou, como gosta de se intitular, “antipoeta” Mateus Ma’ch’adö, autor de YHVH.

É preciso ressaltar que o termo antipoeta ou antipoesia, para Mateus, é uma resposta, um chiste, ao relativismo que contaminou as artes. Segundo ele – Esse é um dos efeitos nocivos do modernismo nas artes; daí nasceu aquela ideia coletivista de que “tudo é arte”, “tudo é poesia”.

Hoje, em nosso tempo, além dos sentimentalismos mal expressados, temos a excessiva contaminação ideológica/partidária, a exacerbação do “eu”, a busca por uma transgressão a qualquer custo e sem a compreensão do mundo e da realidade circundante; é preciso destacar que os elementos transgressores de 100 ou mesmo 50 anos atrás, foram assimilados, adotados e oficializados pelo atual establishment. Para o autor de YHVH, somente uma poesia cristocêntrica poderá representar a marginalidade sendo, por natureza, politicamente incorreta; atestada biblicamente na passagem do evangelho de João, 15:18-21.

“Se o mundo os odeia, lembrem-se: o mundo me odiou antes de odiar a vocês (…) já que eles me perseguiram, naturalmente perseguirão vocês”

Para Mateus A transgressão, em um mundo cada vez mais secular, só pode se manifestar verdadeiramente através do sagrado. Não há transgressão em uma poesia luciferiana, pelo simples fato de todo o sistema mundano já pertencer ao maligno – É preciso entender que “poesia luciferiana”, para o poeta, é a expressão anti-cristã através desse gênero literário, como de qualquer expressão artística.

Em meio a esse cenário, Mateus Ma’ch’adö surge com uma proposta radical: o devido alinhamento e divisão dos cânones ocidentais, de um lado o cânone greco-romano, sendo representado pela tradição homérica, politeísta. Do outro lado, a cânone bíblico, judaico-cristão, monoteísta. Como ele mesmo escreveu no prefácio de YHVH:

A formação da tradição poética na cultura ocidental, reconhecida, hipervalorizada e disseminada como parâmetro para a criação, é a greco-romana, porém a cultura judaico-cristã, tendo a bíblia como Cânon poético-literário, também é fundadora da nossa cultura. E, bem como testificou o poeta William Blake, a bíblia é o Código dos códigos da literatura ocidental, ou seja, mais do que a obra homérica.

Ele ainda acrescenta – Boa parte dos antigos clássicos, como Dante, Camões e John Milton, são representações de um hibridismo canônico, ou seja, tais poetas não desvincularam a mentalidade grega, sua influência, do cânone judaico-cristão.

No recente artigo intitulado YHVH – RAZÃO, TRANSCENDÊNCIA E REDENÇÃO NA POESIA DE MATEUS MA’CH’ADÖ, publicado no portal Só Sergipe, o crítico Léo Mitarraquis, criterioso em sua análise, ressalta:

Ma’ch’adö prossegue, então, numa inversão copernicana, a deslocar Homero do centro do sistema planetário que é a Tradição Ocidental, apoiando-se na percepção williamblakeana de que é a Bíblia, além de “Livro dos Livros”, também, qual centro gravitacional, o “Código dos Códigos”.

Fato é que a tradição homérica é a que mais ressoa na cultura ocidental, dentro do espectro literário. E isso é facilmente explicado pela consciência helenística herdada e hibridizada pela igreja católica romana, se afastando das raízes judaicas da igreja primitiva. Infelizmente, nem mesmo a reforma protestante foi capaz de restaurar as raízes da igreja primitiva, pois já nasceu helenizada. E a força e influência da consciência helenística é tão profunda na cultura ocidental que ela foi capaz de moldar, até certa medida, o cânone judaico-cristão, principalmente através da Septuaginta – Conclui Mateus.

Mateus “Ma’ch’adö está trazendo para o atual cenário poético uma proposta, no mínimo provocativa, que começou com o seu livro YHVH e seguirá com o livro Moriá, o segundo da trilogia Poiesis-Religare.

Sobre o escritor

Mateus Ma’cha’dö

Escritor/antipoeta/ensaísta e crítico literário

Produtor de conteúdo e idealizador do canal Biblioteca D Babel

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